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Aniversários em Dezembro
Durante este mês celebram o seu aniversário os nossos Amigos
| Nome | Dia |
|---|---|
| António Manuel Gomes Cunha | 2 |
| António Valente Mateus | 5 |
| Manuel Pires | 8 |
| Arménio Gonçalves da Costa | 8 |
| Carlos Manuel Rodrigues | 9 |
| Fernando Maria Faustino | 12 |
| Rui Lopes Pinheiro | 15 |
| Nelson Amaral Veiga | 15 |
| Camilo A. F. Morais Martins | 20 |
| Jose Luis Fernandes Lourenço | 25 |
| Abel do Nascimento Pena | 31 |
Para todos os nossos parabéns e os votos de um futuro cheio de
Bençãos de Deus.
Encontro Anual do CRIAR LAÇOS – Fraternidade de Raízes Dominicanas
Fraternos Companheiros,
Na expectativa de que todos se encontrem bem, vimos relembrar que o nosso Encontro Anual 2025 se realizará, como habitualmente, no primeiro sábado de outubro, dia 4.
Terá lugar em Aldeia Nova, com o programa que tem sido adoptado até aqui.
Por motivos de saúde familiar, o nosso cozinheiro Francisco este ano não poderá dar o seu apoio. Tem sido, para nós, difícil conseguir quem o substitua. Não estamos, pois, em condições de apresentar já uma ementa concreta.
Certamente que, dentro de dias, teremos a situação ultrapassada, podendo, então, prestar informações mais concretas.
Adiantamos, desde já, que os horários serão os mesmos do ano passado.
Os que, ainda não o fizeram, registem já nas vossas agendas a ida a Aldeia Nova no próximo dia 4 de outubro.
Agradecemos que estejam mais atentos ao nosso blog Criar Laços aonde manteremos as notícias actualizadas.
A Comissão,
António Fernandes
Armando Neto
Baltazar
J. Celestino
Luís.
Aniversários em Setembro
Durante este mês celebram o seu aniversário os nossos Amigos
NOME Dia
Arnaldo Jordão do Vale 2
Vitorino Vieira Dias 6
Abílio de Jesus da Rocha e Silva 7
Jose Paulo Fetal da Silva 10
Eduardo de Jesus Bento 11
Jose Joaquim Vieira 12
Frei José Geraldes 12
Amândio Carvalhais 12
Baltazar Martins Jesuíno 15
José do Espirito Santo Gonçalves Domingues 18
Para todos os nossos parabéns e os votos de um futuro cheio de Bençãos de Deus.
Em memória do fr. João Domingos
Aniversários em Agosto
Durante este mês celebram o seu aniversário os nossos Amigos
NOME Dia
José S. Pedro Celestino 3
Domingos Francisco Delgado Farinha 3
Agostinho Soares Torres 4
Antero Dos Santos Monteiro 6
Manuel Pedrosa dos Santos 12
Manuel Branco Mendes 13
Frei Bento Domingues 13
Manuel Oliveira Borges 14
Abel Manuel Dias 15
Luís João de Carvalho Sousa Guedes 19
Domingos dos Santos 22
António Francisco dos Reis 28
Para todos os nossos parabéns e os votos de um futuro cheio de Bençãos de Deus.
Aniversários em Julho
Durante este mês celebram o seu aniversário os nossos Amigos
NOME Dia
Bernardo Gonçalves da Costa 2
Adriano Azevedo da Silva 3
António de Lemos Martins 8
Eduardo Jorge Seia Nobre Soares 13
Almerindo Rocha 20
César Pedrosa Carreira 22
António Manuel Martins Caetano 24
Para todos os nossos parabéns e os votos de um futuro cheio de Bençãos de Deus.
Faleceu o nosso Companheiro José Gama
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Deus: o essencial – Padre Anselmo Borges
Crónicas PÁRA E PENSA
Deus: o essencial
Anselmo Borges
Padre e professor de Filosofia
Vivemos imersos em crises que nos desumanizam, mas a maior, no meu entender, é vivermos mergulhados no ter, no prazer, no poder pelo poder, nas redes sociais, nas tecnologias, no imediatismo, na vertigem da pressa, esquecendo o ser, o parar para pensar, a pergunta por Deus… Enredamo-nos assim no sem sentido…
Com razão, perguntava Karl Rahner, talvez o maior teólogo católico do século XX — tenho a honra de ter sido aluno: O que aconteceria, se a simples palavra “Deus” deixasse de existir? E respondia: “A morte absoluta da palavra ‘Deus’, uma morte que eliminasse até o seu passado, seria o sinal, já não ouvido por ninguém, de que o Homem morreu.”
Václav Havel, o grande dramaturgo e político, pouco tempo antes de morrer, surpreendeu muitos ao declarar que “estamos a viver na primeira civilização global” e “também vivemos na primeira civilização ateia, numa civilização que perdeu a ligação com o infinito e a eternidade”, temendo, também por isso, que “caminhe para a catástrofe”.
Há uma correlação íntima entre a concepção de Deus e a concepção do Homem. Com o eclipse de Deus é o sentido do mundo que desaparece e o próprio Homem perde orientação. George Minois conclui a sua História do Ateísmo: se, independentemente da sua resposta, positiva ou negativa, o Homem já não vir necessidade de colocar a questão de Deus, isso significa que, pela primeira vez na sua História, a Humanidade sucumbe ao imediatismo, a uma visão fragmentária do aqui e agora e “abdica da sua procura de sentido”.
No contexto de uma crise global — crise financeira, económica, social, política, moral —, é preciso decisivamente perguntar se a crise de Deus não ocupa lugar central.
De qualquer modo, a quem não quiser ficar na pura imediatidade empírica — será isso possível? — impõe-se a questão do mistério último da realidade. A pergunta essencial é então se se opta pela Natureza impessoal ou pelo Deus transcendente, pessoal e criador.
Compreende-se o fascínio em permanecer na afirmação da Natureza como força geradora divina de tudo. Esta concepção é bem resumida pelo filósofo Marcel Conche, ao escrever que Deus é inútil, pois a Natureza cria seres que podem ter ideias de todas as coisas, inclusive da própria Natureza. Está a referir-se não à Natureza “oposta ao espírito ou à história ou à cultura ou à liberdade”, mas à “Natureza omni-englobante, a physis grega, que inclui nela o Homem. Essa é a Causa dos seres pensantes no seu efeito.”
Esta concepção confronta-se, porém, com objecções de fundo. Por um lado, ao divinizar a Natureza, põe em causa a secularização e, consequentemente, a liberdade. Por outro, tem dificuldades em explicar como é que a Natureza, que é impessoal, dá origem à pessoa, como é que mecanismos da ordem da terceira pessoa acabam por dar origem a alguém que se vive a si mesmo como eu irredutível na primeira pessoa.
Neste domínio, houve um debate significativo entre o matemático P. Odifreddi e o Papa emérito Bento XVI. Na sua resposta ao livro de Odifreddi, Caro Papa, ti scrivo, Bento XVI escreveu uma longa carta, em parte publicada no jornal “La Repubblica” de 24 de Setembro de 2013, referindo precisamente este debate.
Textualmente: “Com o 19º capítulo do seu livro, voltamos aos aspectos positivos do seu diálogo com o meu pensamento. Mesmo que a sua interpretação do Evangelho segundo São João 1, 1 — “No princípio era o Logos e o Logos estava com Deus e o Logos era Deus” — esteja muito longe do que o evangelista pretendia dizer, existe, no entanto, uma convergência que é importante. Mas se o senhor quer substituir Deus por ‘A Natureza’, fica a questão: quem ou o que é essa natureza. O senhor não a define em lugar nenhum e, portanto, ela parece ser uma divindade irracional que não explica nada. Mas eu quereria sobretudo fazer notar ainda que, na sua religião da matemática, três temas fundamentais da existência humana não são considerados: a liberdade, o amor e o mal. Espanta-me que o senhor, com uma única referência, liquide a liberdade que, contudo, foi e é o valor fundamental da época moderna. O amor, no seu livro, não aparece, e também não há nenhuma informação sobre o mal. Independentemente do que a neurobiologia diga ou não diga sobre a liberdade, no drama real da nossa história ela está presente como realidade determinante e deve ser levada em consideração. Mas a sua religião matemática não conhece nenhuma informação sobre o mal. Uma religião que ignore essas questões fundamentais permanece vazia.”
Evidentemente, quem acredita no Deus transcendente, pessoal e criador sabe que Deus não é pessoa à maneira das pessoas humanas, finitas. Deus também não é um Super-homem. O que se quer dizer é que Deus não é um Isso, uma Coisa. Como escreveu o teólogo Hans Küng, “Deus, que possibilita o devir da pessoa, transcende o conceito do impessoal: não é menos do que pessoa”. Não esquecendo que Deus é e permanece o Inabarcável, o Indefinível, o Inominável — Gregório de Nazianzo (330- 390) perguntava: “Ó Tu, o para lá de tudo, não é tudo o que se pode dizer de Ti?” —, pode dizer-se que é “transpessoal”. Só nEle pode o ser humano encontrar sentido, Sentido último.
Sábado, 14 de Junho de 2025
Aniversários em Junho
Aniversários em Junho
Durante este mês celebram o seu aniversário os nossos Amigos
NOME Dia
António B. de Pinho 27
Elias Pereira Matias 27
João António Gomes Ferro 28
António Luís Silveira da Costa Martins 29
Para todos os nossos parabéns e os votos de um futuro cheio de Bençãos de Deus.